Steve Russell
Os carros híbridos têm ganhado cada vez mais espaço no mercado automotivo, mas muitas pessoas ainda fazem muita confusão sobre o funcionamento deles e como eles são carregados; o especialista Boris Feldman explica melhor
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Micro-híbridos: o primeiro passo da eletrificação Os micro-híbridos ou mild-hybrid (MHEV) possuem um pequeno motor elétrico que auxilia o motor a combustão, mas não chega a tracionar o veículo sozinho. No Brasil, os modelos com essa tecnologia são o Pulse e o Fastback, da Fiat
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Híbridos convencionais: autonomia elétrica limitada O segundo nível são os híbridos convencionais ou full hybrid. Esses combinam um motor elétrico e um a combustão, sendo capazes de rodar no modo elétrico por curtas distâncias, geralmente entre 5 km e 15 km
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Híbridos plug-in: o melhor dos dois mundos Os híbridos plug-in (PHEV) oferecem a possibilidade de carregamento na tomada. Feldman destaca que esses modelos podem rodar entre 50 km e 100 km ou mais no modo totalmente elétrico
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Elétricos puros e híbridos em série Por fim, Feldman menciona os carros elétricos puros — que dependem exclusivamente da bateria para funcionar — e os híbridos em série, nos quais um pequeno motor a combustão atua apenas como gerador de energia para carregar a bateria
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A variedade de opções híbridas no mercado oferece aos consumidores diferentes níveis de eletrificação, adequando-se a diversos perfis de uso e necessidades. À medida que a tecnologia avança, a tendência é que esses veículos se tornem cada vez mais eficientes e acessíveis
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