Pexels
A Microsoft acredita ter feito um avanço fundamental na computação quântica ao desbloquear o potencial desses dispositivos para resolverem problemas de escala industrial
Pexels
A gigante trabalhou os últimos 17 anos em um projeto de pesquisa para criar um material e arquitetura para computação quântica
Pexels
O resultado do trabalho foi obtido no processador Majorana 1
Pexels
Na computação clássica, usada em PCs e smartphones atuais, todas as informações são armazenadas ou processadas na forma de bits — que são binários, representados por 0 ou 1
Pexels
Porém, na quântica, os chamados qubits, ou bits quânticos, podem assumir inúmeros estados entre 0 e 1
Pexels
Esse fenômeno se chama superposição e aumenta exponencialmente a quantidade de dados que podem ser processados ao mesmo tempo
Pexels
O Majorana 1 deve potencialmente acomodar um milhão de qubits no mesmo chip, que não é muito maior do que as CPUs de PCs e servidores de desktop convencionais
Pexels