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Muito além de questões estéticas, o acúmulo de gordura na região abdominal está por trás de alterações metabólicas relacionadas ao aumento do risco cardiovascular
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Pesquisadores da China avaliaram dados de mais de 47 mil indivíduos de três grandes estudos sobre o estado nutricional e outros aspectos do estilo de vida das populações da China e dos Estados Unidos
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Os cientistas avaliaram as medidas do abdômen e da pressão arterial, entre outros aspectos clínicos, e observaram que, quanto maior a circunferência da barriga, mais alta a incidência de hipertensão
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Diferentemente do Índice de Massa Corporal (IMC), a medida da circunferência abdominal ajuda a apontar a distribuição de gordura
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O artigo destaca a importância do tamanho da cintura como parâmetro para avaliar a propensão a doenças [...] Embora o IMC ainda colabore para a classificação da obesidade, cada vez mais a ciência mostra que são necessários outros critérios
Cláudia Schimidt, endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein
O acúmulo excessivo de gordura na região abdominal – entremeada nos órgãos – é considerado um tecido endócrino, ou seja, que produz diversas substâncias, inclusive algumas pró-inflamatórias
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Diabetes, esteatose hepática (a popular “gordura no fígado”), aumento dos níveis de colesterol e triglicérides são alguns dos problemas associados — e ainda há indícios de maior risco de Alzheimer
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A gordura visceral é diferente da subcutânea, aquela que se concentra nos quadris e nos braços e que costuma trazer menos prejuízos à saúde
Cláudia Schimidt, endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein