Corpo, acidez e doçura: a tríade sensorial que define um café especial

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Quem ainda enxerga o café apenas como uma bebida escura, quente e amarga está prestes a descobrir um universo sensorial muito mais complexo

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O café especial se distingue por atributos mensuráveis e rastreáveis, e três deles são fundamentais para a avaliação profissional: corpo, acidez e doçura

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Corpo, a estrutura tátil da bebida O corpo corresponde à sensação tátil do café na boca, seu peso e textura. Grãos produzem corpos variáveis que podem ir de leve e fluido (similar ao de um chá) até denso, cremoso e aveludado

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Acidez, o brilho e a vivacidade sensorial A acidez, no contexto do café, não tem relação com desconforto gástrico, mas com vivacidade e brilho gustativo. Ela pode remeter ao frescor de frutas como maçã verde, frutas cítricas, frutos vermelhos ou frutas tropicais, por exemplo

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Doçura, o equilíbrio natural A doçura é um dos atributos mais valorizados em cafés especiais. Não se trata de açúcar adicionado, mas da sensação natural de doçura que surge a partir de frutos colhidos maduros e torrados com precisão

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Harmonia, a integração sensorial da xícara Um café realmente excepcional não depende de um único atributo isolado. O que define sua qualidade superior é a harmonia entre corpo, acidez e doçura — nenhum predominando de forma agressiva

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