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O novo remédio Leqembi age no Alzheimer ao reduzir o acúmulo de placas de proteína beta-amilóide no cérebro
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Ele é um anticorpo monoclonal que se liga a essas placas e ajuda o organismo a removê-las
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Acredita-se que a redução das placas pode desacelerar o avanço dos sintomas cognitivos da doença
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O tratamento é direcionado a pessoas nas fases iniciais do Alzheimer, quando há maior chance de impacto positivo
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O Leqembi não cura o Alzheimer, mas pode retardar o declínio cognitivo em alguns pacientes
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Seu uso requer acompanhamento médico especializado, com monitoramento de efeitos colaterais e avaliação periódica da resposta ao medicamento
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