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A geladeira é uma aliada da rotina moderna: ajuda a conservar alimentos, reduzir o desperdício e garantir praticidade no dia a dia. No entanto, também pode transmitir uma falsa sensação de segurança: a de que tudo o que está dentro está “salvo” independente do tempo
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Roni Tarasantchi, especialista em inovação e desenvolvimento de alimentos, explica que o frio realmente tem um papel importante na conservação, mas não é suficiente por si só
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Segundo ele, a refrigeração retarda a reprodução de microrganismos, reduzindo aos poucos a deterioração dos alimentos, mas isso não significa que o tempo e a forma de armazenamento possam ser ignorados
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Do ponto de vista sanitário, o risco está justamente no que não se vê. A nutricionista Deborah Lestingi chama atenção para o fato de que a refrigeração não interrompe a multiplicação de microrganismos
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Manter o refrigerador frio e estável é o primeiro passo. “Quanto mais próxima de 4°C, maior a capacidade de retardar a multiplicação microbiana”, orienta Deborah Lestingi
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Carnes cruas como bovina, suína e aves: costumam durar de 1 a 3 dias. Peixes e frutos do mar duram até 2 dias, alimentos já cozidos devem ficar armazenados por até 3 dias, assim como leites, e os iogurtes duram até uma semana
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