Valentino: o que muda na grife de luxo após a morte do fundador

Elisabetta A. Villa/Getty Images

No dia 19 de janeiro, Valentino Garavani morreu, em Roma, na Itália. Sua partida marca a despedida de uma geração de talentos italianos da alta-costura – entre eles Armani, Cavalli e Cerutti

Instagram/Valentino Garavani

Tradução de elegância e glamour, o estilista fundou em 1960 a "Maison Valentino", que dominou as passarelas internacionais com  peças vestidas por grandes personalidades do cinema, autoridades da realeza e celebridades fashionistas

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Em meio à série de homenagens e consternação mundial em torno da morte do “último imperador” da alta-costura internacional, uma questão paira no ar: o que muda na grife de luxo após a morte do fundador?

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Apesar da aparente indefinição sobre os rumos comerciais e conceituais da grife, Valentino estava afastado oficialmente da empresa desde 2008, quando completou 45 anos de carreira à frente da marca

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Atualmente, a grife é conduzida pelo diretor criativo Alessandre Michele, que assumiu o cargo em março de 2024

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A gestão é marcada por envolver elementos do romantismo histórico que consagrou a grife nas décadas de 1960 e 1970 adaptados a influências dos dias atuais

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