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Leonardo da Vinci, artista, inventor e anatomista, foi a personificação do homem renascentista — e cientistas estão empenhados em desvendar os segredos de seu gênio em nível genético
Leonardo da Vinci/Wikimedia Commons/Turin, Royal Library
No entanto, há um obstáculo: mais de 500 anos após sua morte em 1519, o DNA de Leonardo tem se mostrado praticamente impossível de ser localizado.Ele nunca teve filhos, e seu túmulo na Capela de São Florentin em Amboise, França, foi destruído durante a Revolução Francesa
Warren Umoh/Unsplash
Na ausência de restos mortais verificados, cientistas participantes do Projeto Leonardo da Vinci adotaram uma abordagem inovadora: coletar amostras de artefatos associados ao polímata italiano em busca de DNA
Marguerite Mangin via CNN Newsource
Leonardo deixou um rico acervo de pinturas, desenhos e cartas — objetos que ele teria tocado e que podem conter vestígios de material genético. A equipe do projeto coletou amostras de cartas escritas por um parente distante do pintor, além de um desenho chamado "Menino Jesus"
Norberto Gonzalez-Juarbe/J. Craig Venter Institute via CNN Newsource
A equipe descobriu uma abundância de DNA ambiental no desenho e em uma das cartas, incluindo material de bactérias, plantas, animais e fungos — e uma sequência correspondente de cromossomos Y de um indivíduo do sexo masculino
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O estudo não afirma que o DNA pertence a Leonardo, mas a equipe acredita ter estabelecido um método e uma estrutura que podem ser usados para investigar outros artefatos
Francesco Melzi/Wikimedia Commons
Se a mesma sequência do cromossomo Y for encontrada consistentemente em diferentes itens, isso poderia potencialmente ser a chave para montar o genoma de Leonardo, disse o coautor do estudo, Dr.Norberto Gonzalez-Juarbe, professor-assistente na Universidade de Maryland
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Por enquanto, a equipe não tem ideia do que vai encontrar, ou se isso levará conclusivamente à descoberta do DNA de Leonardo e à obtenção de insights sobre seu genoma
Cristofano dell'Altissimo/Uffizi Gallery/Wikimedia Commons