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As negociações para acabar com a guerra da Ucrânia continuam travadas, mesmo com a apressão dos Estados Unidos para que um acordo seja fechado
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Yuri Ushakov, assessor do Kremlin, sugeriu que os "problemas territoriais" não resolvidos são o principal obstáculo
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Ele se refere às reivindicações da Rússia sobre toda a região de Donetsk, no leste da Ucrânia, que segue parcialmente sob controle ucraniano quase quatro anos após o início da guerra
Reprodução/Polícia de Donetsk
Quase todos os países reconhecem Donetsk como parte da Ucrânia, mas essa é uma das quatro regiões no leste do país que Moscou anunciou que anexaria em 2022, após referendos considerados uma farsa por Kiev e nações ocidentais
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O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse à Fox News que a guerra agora gira em torno dos 20% — ou pouco mais de 5.000 km² — de Donetsk que a Rússia não controla, mas deseja
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No conflito que se seguiu no leste da Ucrânia, os lados trocaram acusações de bombardeio de cidades e civis. Moscou citou a grande população de língua russa da região para afirmar que tinha o dever moral de intervir em 2022
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O restante de Donetsk, que a Rússia cobiça, inclui Sloviansk e Kramatorsk, "cidades-fortaleza" usadas pelos militares ucranianos como bases desde 2014. Elas são vitais para a defesa de Kiev e do restante da Ucrânia