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Em praticamente todos os países do mundo, as mulheres vivem mais do que os homens. No Brasil, dados do IBGE mostram que a expectativa de vida feminina é, em média, sete anos maior
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Além de uma vantagem biológica, fatores não biológicos também ajudam a explicar por que as mulheres vivem mais. De modo geral, elas procuram mais os serviços de saúde, fazem exames preventivos com mais regularidade e aderem melhor aos tratamentos
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Mas, com o passar dos anos, surge um fenômeno que chama a atenção: embora vivam mais, as mulheres passam mais tempo convivendo com doenças crônicas
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O paradoxo fica mais evidente na velhice. As mulheres tendem a morrer menos de forma súbita, mas passam mais anos vivendo com condições crônicas e incapacitantes
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Osteoporose, artrose, dores crônicas, depressão, ansiedade e demência são mais comuns no sexo feminino. Segundo a Organização Mundial da Saúde, elas vivem mais anos com incapacidade funcional do que os homens
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Investir em prevenção ao longo de toda a vida, fazer atividade física de modo regular, cuidar da saúde mental e realizar acompanhamento médico contínuo são medidas essenciais para reduzir o impacto das doenças crônicas
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