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O czar da fronteira da Casa Branca, enviado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Minnesota após o assassinato de dois americanos, é um veterano da área de segurança pública que defendeu algumas das políticas controversas do governo atual relacionadas à imigração
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Com 64 anos, Homan possui décadas de experiência na área de segurança pública. Ele iniciou sua carreira como policial em Nova York antes de se tornar agente da Patrulha da Fronteira na Califórnia em 1984
Donna Burton/U.S. Customs and Border Protection (CBP)/Flickr
Homan também liderou os esforços de deportação do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) durante o governo Obama
Jaime Rodriguez/U.S. Customs and Border Protection (CBP)/Flickr
Como diretor interino do ICE durante o primeiro mandato de Trump, Homan foi defensor ferrenho de algumas das políticas de imigração mais controversas do governo, incluindo a separação de crianças e famílias que cruzavam a fronteira
Gage Skidmore/Flickr
Durante um evento público em setembro de 2017, Homan afirmou que sua agência prenderia imigrantes indocumentados que se apresentassem para cuidar das crianças, algo que governos anteriores haviam evitado
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Ele também se opôs veementemente às políticas de "cidades-santuário", que restringem a cooperação das forças policiais locais com os esforços federais de imigração
U.S Immigration and Customns Enforcement/Reprodução
O jornal americano The New York Times noticiou que Homan foi gravado por agentes disfarçados do FBI em 2024 aceitando uma sacola contendo US$ 50 mil (aprox. R$ 260 mil) em dinheiro. Ele negou as acusações.
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Posteriormente, a Casa Branca classificou a investigação contra Homan como "flagrantemente política"
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