Bulletin of Atomic Scientists / Facebook
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Criado originalmente para "medir" ameaças nucleares, o Relógio do Juízo Final passou a incluir mudanças climáticas em seus cálculos. Assim, diversos momentos históricos fizeram com que o relógio fosse ajustado para o ponto teórico da aniquilação. Confira cinco desses episódios!
1953 — Testes nucleares da União Soviética Neste ano, o Relógio do Juízo Final foi ajustado para marcar 2 minutos para a meia-noite (a "hora da aniquilação") pela primeira vez
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1984 — Guerra Fria Neste ano, o Relógio do Juízo Final foi ajustado para marcar 3 minutos para a meia-noite, quando a relação entre Estados Unidos e União Soviética chegou a um dos pontos mais baixos na Guerra Fria
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2018 — Mudanças climáticas e ameaças tecnológicas Essa foi a primeira vez que o Relógio do Juízo Final voltou a marcar 2 minutos para a meia-noite desde os testes nucleares da União Soviética. Os cientistas disseram que este era o momento mais perigoso desde a Segunda Guerra
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2020 — Perigo nuclear e mudança climática Nesse ano, o Relógio do Juízo Final começou a marcar 100 segundos para a meia-noite, a primeira vez que ficou abaixo dos dois minutos. Cientistas alertaram para duas ameças existenciais: guerra nuclear e mudanças climáticas
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2025 - Líderes e sociedade falham na mudança de curso O momento mais próximo da meia-noite do Relógio: 89 segundos. Os fatores que justificam a mudança deste ano, como risco nuclear, mudanças climáticase uso indevido de avanços nas ciências biológicas e inteligência artificial