Divulgação/Netflix
Desde a primeira temporada, “Bridgerton” usa o romance como fio condutor para discutir diversidade e transformações sociais em um drama de época
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A série reimagina a Rainha Charlotte como uma monarca negra e amplia a representação ao explorar identidades sexuais fora da heteronormatividade
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A quarta temporada aprofunda esse olhar ao sair do foco exclusivo da elite e dar espaço a outros contextos sociais
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A trama de Sophie Baek, uma jovem criada que vive sob o domínio da madrasta e se envolve com Benedict Bridgerton após um baile de máscaras, expõe desigualdades e disputas de poder
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Personagens da criadagem ganham protagonismo, com histórias próprias e maior atenção às suas ambições e conflitos, como no caso da governanta Sra. Varley
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A temporada também investe na autodescoberta sexual, no desejo e em relações complexas de amizade, ampliando as camadas emocionais do universo da série
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