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Fragmentos de ossos queimados encontrados no norte do Malawi revelaram a pira de cremação mais antiga já descoberta na África — e trouxeram à tona novos mistérios que podem ser difíceis de resolver
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Ao analisar os ossos e sedimentos da pira, pesquisadores acreditam que caçadores-coletores cremaram o corpo de uma mulher há cerca de 9,5 mil anos, de acordo com estudo publicado na revista científica Science Advances
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A pira e os restos humanos foram encontrados próximos à base do Monte Hora, uma montanha de granito que se ergue abruptamente e se eleva centenas de metros acima de uma planície que, caso contrário, seria plana
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Os fragmentos, principalmente de ossos dos braços e pernas, pertenciam a uma mulher com idade entre 18 e 60 anos que media pouco menos de 1,5 metro de altura, segundo análise forense
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O local, chamado Hora 1, fica localizado sob uma saliência natural de rocha grande o suficiente para abrigar 30 pessoas. Pesquisas mais recentes iniciadas em 2016 revelaram que os humanos começaram a habitar o local há cerca de 21 mil anos e enterravam seus mortos ali
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No entanto, os fragmentos de ossos marcam a única cremação ocorrida no local, o que torna a descoberta ainda mais incomum, dado que cremações eram raras durante aquele período, segundo os pesquisadores
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