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A busca por uma educação que vá além do ensino tradicional de idiomas tem levado famílias a se perguntarem se vale a pena colocar seus filhos em escolas bilíngues
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Diferente de cursos de idiomas, o modelo bilíngue propõe uma imersão, onde o inglês não é apenas uma matéria, mas o meio pelo qual se aprende matemática, ciências e artes
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Especialistas defendem que esse contato constante com duas línguas impacta diretamente a formação intelectual e emocional do estudante
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Para Vanessa Codecco, pedagoga e diretora pedagógica do Twice Bilingual, sistema de ensino da Rhyzos Educação, o aprendizado bilíngue ocorre de forma natural e significativa
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"A criança usa a língua no dia a dia, em diferentes contextos. Isso contribui para o desenvolvimento global, melhorando o raciocínio lógico, a concentração e a organização do pensamento", afirma a pedagoga
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O que avaliar antes de escolher a escola? 1. Objetivo da família: se a meta é a fluência plena, verifique se a escola oferece exposição diária ou muito frequente ao idioma. A proficiência exige tempo de exposição contínuo
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2. Qualificação dos professores: é fundamental questionar a formação do corpo docente. Além do nível de inglês, o professor deve ter preparo pedagógico para ensinar disciplinas específicas na segunda língua
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3. Ambiente e cultura: observe se o bilinguismo está presente em todo o colégio. A comunicação visual, os livros da biblioteca e os eventos culturais devem contemplar as duas línguas de forma integrada
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4. Metodologia e planejamento: certifique-se de que a escola possui um currículo articulado. O aprendizado deve ser intencional para garantir que o aluno se desenvolva bem tanto no português quanto no inglês
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5. Logística e segurança: considere a comodidade de ter o desenvolvimento do segundo idioma dentro da rotina escolar já estabelecida, evitando deslocamentos extras para cursos externos
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6. Foco em habilidades globais: avalie se a escola propõe vivências culturais que ajudam na formação de um cidadão com visão crítica de mundo
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