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Estudo publicado na revista científica The Lancet Regional Health – Americas identificou mudanças no perfil da mortalidade por câncer de cabeça e pescoço no Brasil ao longo de 44 anos
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Embora a doença continue mais frequente entre homens, houve um crescimento preocupante de mortes entre mulheres, pessoas pardas e moradores das regiões Norte e Nordeste, evidenciando desigualdades
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A investigação revela que as disparidades socioeconômicas e geográficas são determinantes no desfecho da doença
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Apesar dos avanços no controle do câncer entre homens brancos no Sul e Sudeste, as mortes aumentaram entre mulheres, pessoas pardas e nas regiões Norte e Nordeste
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Isso pode ser explicado por mudanças nos comportamentos de risco ao longo dos anos
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“Embora políticas antitabagismo tenham reduzido o consumo de tabaco, fator clássico para esses cânceres, essas mudanças podem ter beneficiado mais determinados grupos, como homens brancos em grandes centros, enquanto mulheres e grupos sociais menos favorecidos continuam expostos a fatores de risco”, afirma a médica oncologista Ludmila Koch
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