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A maioria da população mundial consome menos ômega-3 do que o recomendado, segundo revisão de 42 estudos publicada na Nutrition Research Reviews
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A estimativa é que três em cada quatro pessoas não atinjam a meta média de 250 mg diários, o equivalente a comer peixe gorduroso duas ou três vezes por semana
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A ingestão insuficiente não causa sintomas imediatos, mas aumenta silenciosamente o risco cardiovascular e pode afetar a saúde cerebral e ocular ao longo do tempo
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Ômega-3 como EPA e DHA também são importantes na gestação, participando da formação do cérebro e da retina do bebê
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Peixes como sardinha, salmão e atum são as fontes mais eficientes, enquanto vegetais como chia e linhaça fornecem um precursor cuja conversão no organismo é limitada
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Suplementos podem ajudar em casos específicos, mas especialistas defendem que priorizar o peixe na dieta continua sendo a estratégia mais saudável
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