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Os antidepressivos são parte do tratamento de quadros moderados e graves de depressão e ansiedade
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Esses medicamentos são responsáveis por ajudar o cérebro a reestabelecer seu equilíbrio físico-químico, mas há também uma série de preocupações relacionadas ao uso prolongado, especialmente pelas incertezas sobre as formas mais seguras de tirar a medicação sem voltar a encarar a doença
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Em busca de encontrar fatores comuns que pudessem orientar sobre as melhores práticas para fazer esse “desmame”, pesquisadores da França e da Itália avaliaram estratégias adotadas nos mais recentes estudos sobre o tema
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Eles descobriram que interrupções pensadas para o longo prazo, acompanhadas de terapia, são tão eficazes para manter pacientes fora dos quadros depressivos quanto a administração contínua de remédios
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Publicada na revista The Lancet Psychiatry, a pesquisa é fruto da revisão sistemática de 76 estudos, que envolveram a participação de aproximadamente 17 mil pessoas
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A conclusão principal é que, na depressão em remissão, a redução lenta associada ao suporte psicológico estruturado teve resultados comparáveis a continuar o antidepressivo para prevenir recaídas e foi superior à retirada abrupta
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