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As discussões sobre as condições climáticas, para além das questões de interesse ambiental, passaram a ocupar lugar de destaque no debate sobre saúde mental
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Se por um lado a relação entre os dias frios e a melancolia já é um conceito antigo, as recentes ondas de calor registradas no Brasil indicam que as altas temperaturas provocam muito mais do que suor e desconforto físico
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Evidências científicas recentes revelam que as altas temperaturas interferem diretamente no comportamento humano, afetando o humor, a capacidade de concentração, o sono e a forma como as pessoas reagem emocionalmente aos desafios da rotina
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Para os pesquisadores, esse volume de dados funciona como um “termômetro emocional” coletivo, capaz de revelar mudanças profundas no estado psicológico da população durante períodos de calor extremo
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Segundo a psicóloga comportamental Daniela Faertes, o calor atua como um estressor contínuo que compromete a capacidade de autorregulação emocional
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Ela explica que, quando o corpo está constantemente tentando se adaptar ao calor, "sobra menos energia psíquica para lidar com frustrações, demandas do trabalho e relações pessoais", o que se traduz em mais irritabilidade, impaciência e reações emocionais desproporcionais
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