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A demência de início precoce, que se manifesta antes dos 65 anos, atinge cerca de 3,9 milhões de pessoas no mundo e impõe um desafio diagnóstico tanto para médicos quanto para famílias
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Diferente do padrão observado em idosos, a perda de memória imediata raramente é o primeiro sinal de alerta. Na população mais jovem, o comprometimento cognitivo é frequentemente confundido com estresse, depressão ou burnout, o que retarda o início do acompanhamento adequado
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O diagnóstico de demência não define uma doença específica, mas, sim, um estado de comprometimento de múltiplas funções cerebrais
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Em pacientes abaixo dos 60 anos, as causas degenerativas são menos comuns, representando cerca de 5% dos casos totais. Por essa razão, a investigação de causas secundárias e reversíveis é priorizada
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Deficiências de vitamina B12, alterações na tireoide, apneia do sono e o uso abusivo de álcool são fatores que podem "mimetizar" um quadro demencial e devem ser descartados
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A mudança de personalidade é apontada por especialistas como um dos marcos mais fortes para a suspeita clínica em adultos. A desinibição social, a irritabilidade fora do padrão e a perda de empatia são comportamentos que devem acender o alerta
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A apatia também surge como um sintoma frequente, mas sua diferenciação em relação a quadros psiquiátricos é complexa. Enquanto na depressão existe um sofrimento emocional manifesto, na demência a pessoa muitas vezes demonstra indiferença
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O neurologista Alex Machado Baeta, da BP ( Beneficência Portuguesa) de São Paulo, reforça que a persistência é a chave do diagnóstico. "O sinal de alerta é quando essas dificuldades se tornam frequentes, progressivas e passam a comprometer a autonomia da pessoa"
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