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Um composto à base de ferro encapsulado em nanopartículas lipídicas foi capaz de eliminar totalmente a tuberculose em pulmões de camundongos após 30 dias de tratamento, aponta estudo do FCFAr-Unesp
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O resultado do trabalho, apoiado pela Fapesp, sugere um possível novo caminho para terapias mais curtas, menos tóxicas e mais eficazes contra bactérias resistentes, um dos maiores desafios atuais no combate à doença
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Embora a tuberculose seja conhecida há séculos e tenha cura, ainda se trata da infecção bacteriana que mais mata no mundo
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O tratamento padrão exige ao menos seis meses de uso diário de ao menos quatro antibióticos e pode chegar a dois anos quando há resistência ao esquema tradicional, o que dificulta a adesão e contribui para o abandono e falhas terapêuticas
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“A doença é curável, mas o tratamento é longo e pesado. O paciente toma vários antibióticos todos os dias e isso pode causar efeitos colaterais, afetar os rins e o fígado”, explica Fernando Rogério Pavan, orientador do estudo
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, sem tratamento, a letalidade da tuberculose pode chegar a 50%
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