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A queda do ditador Nicolás Maduro no começo do ano ampliou o interesse de empresários na Venezuela, a despeito de o regime chavista ainda ser mantido sob o comando de Delcy Rodríguez
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A começar pela própria Petrobras, que deve ser tema da conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
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A leitura de empresários é de que esse interesse da Petrobras apenas confirma uma tendência observada desde a queda de Maduro
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Após o início de janeiro, foi observada uma intensificação nos ajustes internos, acompanhada de eventos externos relevantes, como a emissão das chamadas General Licenses pelo governo dos Estados Unidos, por meio do Office of Foreign Assets Control (OFAC)
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"Essas licenças permitem maior participação de empresas internacionais, restabelecem relações bancárias via sistema Swift e autorizam a comercialização de petróleo para países fora da lista de sanções americanas", afirmou o empresário Paulo Victor Buzanelli, chairman da Alvorada Oil & Gas
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Ele disse ainda que "esse novo contexto cria condições mais próximas da normalidade operacional da indústria, o que tende a destravar investimentos, tecnologia e financiamento – pontos-chave necessários para o investidor apoiar a recuperação do setor energético venezuelano"
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