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Os produtores de manga e uva do Vale do São Francisco estão otimistas com a possível redução das tarifas de importação dos Estados Unidos, mercado estratégico que paga valores superiores aos da Europa
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Enquanto a tarifa da manga foi zerada em novembro de 2025, a uva ainda enfrenta taxações que limitam a competitividade do produto brasileiro
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Em 2025, as barreiras comerciais fizeram com que o volume de uva exportado para os norte-americanos caísse para apenas 38% dos níveis históricos
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Esse cenário forçou o redirecionamento das frutas para outros mercados, causando um excesso de oferta e a consequente queda nos preços internos e externos
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A normalização das tarifas é vista como fundamental para dar fôlego às exportações e valorizar variedades de frutas cultivadas especificamente para o padrão de consumo americano
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Além do impacto financeiro, a medida é vital para a economia regional, já que a fruticultura local gera 120 mil empregos e sustenta 60% da atividade econômica do Vale
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