Vacina contra chikungunya: o que já se sabe sobre imunizante aprovado

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Mirassol, no interior de São Paulo, foi escolhida como cidade-piloto da vacinação contra a chikungunya, que começou no início de fevereiro com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa de biotecnologia franco-austríaca Valneva

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Essa é a primeira vacina produzida contra a chikungunya, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue. A seguir, veja o que já se sabe sobre a vacina

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Quem poderá tomar a vacina? A vacina poderá ser aplicada em pessoas com 18 anos ou mais, que estejam em risco aumentado de exposição ao vírus chikungunya, segundo a Anvisa. O imunizante é contraindicado para mulheres grávidas, pessoas imunodeficientes ou imunossuprimidas.

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Qual a eficácia do imunizante? Em estudo realizado nos Estados Unidos com 4 mil voluntários de 18 a 65 anos, a vacina apresentou um bom perfil de segurança, com 98,9% dos participantes produzindo anticorpos contra o chikungunya

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No estudo clínico de fase 3, feito com adolescentes brasileiros, após uma dose da vacina, foi observada presença de anticorpos neutralizantes em 100% dos voluntários com infecção prévia e em 98,8% daqueles sem contato anterior com o vírus

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Como a vacina funciona? É uma vacina de vírus vivo atenuado. Isso significa que o imunizante utiliza o vírus chikungunya enfraquecido, capaz de estimular o sistema imunológico sem causar a doença. Assim, o corpo desenvolve uma resposta imune que protege o indivíduo

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Quando a vacina estará disponível para a população? Ainda não há previsão de quando a vacina estará disponível para a população em geral. Segundo o Butantan, o instituto está trabalhando em uma versão da vacina com parte do processo produtivo realizado no Brasil

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