Laboratório Cristália
Produzida pelo laboratório Cristália em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a polilaminina representa uma esperança para a restauração de lesões medulares recém-ocorridas
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A polilaminina é uma proteína capaz de regenerar as células da medula, devolvendo parcial ou totalmente a mobilidade após uma lesão
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A substância é produzida naturalmente pelo corpo no desenvolvimento do sistema nervoso e, segundo descoberta dos pesquisadores da UFRJ, pode ser obtida através da placenta humana
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"É uma alternativa mais acessível e segura do que as células-tronco. Nossos estudos estão em estágio mais avançado, pois as células-tronco possuem imprevisibilidade após a aplicação", afirma Tatiana Coelho Sampaio, bióloga do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ e líder do estudo
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Os efeitos da polilaminina são mais expressivos quando a aplicação ocorre em até 24 horas após o trauma, mas há benefícios também em lesões mais antigas
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O tratamento exige apenas uma dose, seguida de fisioterapia para reabilitação
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