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Tomar um medicamento “em jejum”, “com comida” ou “evitar álcool” costuma parecer uma recomendação genérica, mas essas orientações podem determinar se o tratamento vai funcionar de maneira eficaz
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Alimentos e bebidas são capazes de mudar a forma como o remédio é absorvido no intestino, como é metabolizado no fígado e até como o corpo tolera a medicação, com impacto direto no efeito final e na chance de reações adversas
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O médico Leonardo Catizani, da clínica Tivolly, especializada em endocrinologia e nutrologia, explica que a interferência pode acontecer em diferentes etapas do processo
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“Em alguns casos, a presença de alimento faz com que o medicamento não seja absorvido da forma correta, reduzindo o efeito. Em outros, a combinação aumenta a concentração do medicamento no sangue e eleva o risco de reações adversas", explica o médico
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Quando a interação acontece no intestino, o alimento pode atrapalhar a absorção e fazer com que menos medicamento chegue à corrente sanguínea
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Já no fígado, o que foi consumido pode influenciar o metabolismo e mudar a concentração do remédio no corpo, deixando o tratamento mais “fraco” do que o esperado ou, no sentido oposto, aumentando a chance de efeitos colaterais
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