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Relatórios de inteligência alertam para o risco de extremistas e criminosos terem como alvo a Copa do Mundo em um momento em que centenas de milhões de dólares destinados à segurança foram liberados com atraso nos EUA
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Os documentos, até então não divulgados, foram produzidos por autoridades federais e estaduais norte-americanas, além da Fifa, entidade responsável pela organização do torneio
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Eles apontam para o risco de ataques extremistas, incluindo ações contra infraestruturas de transporte, além de possíveis distúrbios civis relacionados à política de imigração do presidente Donald Trump
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A Copa do Mundo, um dos maiores eventos esportivos do planeta, será disputada em junho e julho deste ano, com jogos distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México
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Embora a segurança nesses eventos já seja tradicionalmente reforçada, autoridades norte-americanas estão em alerta ainda maior desde o início da guerra envolvendo o Irã, diante de preocupações com possíveis retaliações
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Nos últimos meses, responsáveis pela organização nos Estados Unidos intensificaram os alertas sobre o atraso na liberação de 625 milhões de dólares (aproximadamente R$ 3,2 bilhões) em verbas federais para segurança
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