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A perspectiva de vida para pacientes com mieloma múltiplo, um tipo de câncer do sangue que afeta a medula óssea, registrou um avanço significativo nas últimas décadas
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A chance de um paciente estar vivo cinco anos após o diagnóstico dobrou, passando de 32% para 62%. O dado foi divulgado no relatório anual "Cancer Statistics 2026", da American Cancer Society
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Até os anos 1970, a sobrevida mediana para pacientes com mieloma múltiplo era de aproximadamente 20 meses, com tratamentos baseados exclusivamente em quimioterapia
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Hoje, a introdução de terapias como o transplante autólogo (procedimento que utiliza as próprias células-tronco do paciente para restaurar a medula óssea após quimioterapia de alta dose), imunoterapias e anticorpos biespecíficos, transformou o cenário
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A médica Vânia Hungria, hematologista, explica a complexidade da doença e a importância do diagnóstico precoce. O mieloma múltiplo é um câncer da medula óssea, onde plasmócitos malignos se acumulam, levando a sintomas como dores nas costas, anemia e alterações renais
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A especialista ressalta o impacto das novas abordagens de tratamento. "Hoje, nós temos muitas opções terapêuticas, como anticorpos monoclonais, anticorpos biespecíficos, CAR-T cells. É uma inovação enorme para o tratamento dos pacientes com mieloma múltiplo", afirma Vânia Hungria
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