Oferta global de algodão equilibra preços diante da guerra

Viktoria Vlasova/Pexels

Mesmo com a recente volatilidade nos mercados devido à guerra, os preços internacionais do algodão mostram reação limitada e fazem com que o Brasil fique de olho na colheita que avança no Centro-Oeste para decidir entre as exportações ou o mercado interno

Teona Swift/Pexels

Um relatório internacional da StoneX mostra que o mercado global de algodão entrou em 2026 marcado por um desequilíbrio estrutural entre oferta e demanda, mas que o Brasil pode ser um dos players decisivos na solidez dos negócios internacionais

Andréa Devillier/Pexels

Segundo análise da StoneX, sucessivas revisões para cima na produção global continuam ditando o comportamento do mercado e reforçando a percepção de excesso de oferta

Kelly/Pexels

Esse cenário tem levado a uma reprecificação do algodão, com o mercado deixando de responder a fatores cíclicos — como política monetária e comércio — e passando a refletir fundamentos mais estruturais, especialmente o crescimento consistente da produção

Mark Stebnicki/Pexels

Na safra 2025/26, o Brasil colheu cerca de 4,15 milhões de toneladas de algodão, impulsionado por uma área recorde e condições climáticas favoráveis

 Shree_clips B/Pexels

O momento é de arrancada da colheita para o ciclo 2026/27 - cuja projeção da Safras & Mercado é de queda de 11,5% em relação à safra anterior, para 3,74 milhões de toneladas. Mesmo assim, a dinâmica do algodão segue favorável para o produtor brasileiro

 zahara/Pexels

O algodão também mantém uma relação indireta com o mercado de petróleo, já que concorre com fibras sintéticas derivadas de petroquímicos, como o poliéster. Quando o preço do petróleo sobe — especialmente o Brent crude oil — o custo de produção dessas fibras aumenta

Mark Stebnicki/Pexels

leia mais em

Viktoria Vlasova/Pexels