Steven Diaz
Projetos colaborativos e inclusão são pilares que têm guiado a criação dos shows no Walt Disney World Resort, em Orlando, nos Estados Unidos. As pitadas de magia vêm de mãos humanas e atendem por um nome: Tom Vazzana, diretor de desenvolvimento de entretenimento ao vivo do resort
Felipe Abílio/MeE
"Eu tenho o melhor emprego do mundo", disse em uma sala repleta de jornalistas. Com uma presença bem-humorada impossível de passar despercebida, Tom desembarcou em São Paulo para estreitar os laços da Disney com o Brasil
Reprodução/YouTube
"Lidero um grupo de pessoas responsável por desenvolver o mais incrível e inclusivo material do mundo. Colaboramos em todos os aspectos dos projetos [...] Defendemos a diversidade em nossos shows e ainda temos muito pela frente", pontuou
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Os resultados de seu trabalho podem ser observados em espetáculos amados pelos visitantes do complexo, como o "Fantasmic!", no Disney’s Hollywood Studios
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Para 2026, Tom e sua equipe têm preparado atrativos focados nas famílias, com estreias esperadas no Disney’s Animal Kingdom e no Disney’s Hollywood Studios. "O que estamos fazendo é criar shows para que as famílias se divirtam com as crianças", explicou
Divulgação/Disney Animal Kingdom
Com raízes em Nova York, Tom trabalhou como ator em algumas montagens da Broadway, a exemplo do musical "Annie". Mas foi em "Evita" que aprendeu a se conectar com a plateia em um nível emocional
Daniel Boud
Sob sua liderança, Tom conta que os shows surgem depois que coloca várias vozes em uma mesma sala. O segredo é reunir profissionais das mais diversas áreas para um brainstorming, desde estagiários e designers até funcionários dos departamentos de engenharia, eletricidade, projetistas, marketing e relações públicas
Steven A. Diaz
A tecnologia, inclusive, pauta completamente outra novidade, o reimaginado "The Little Mermaid – A Musical Adventure", no Disney’s Hollywood Studios. A apresentação tem apenas dois atores de carne e osso, que representam Ariel e o Príncipe Eric
Omark Reyes
Em um mundo hiperconectado, um dos desafios é manter crianças e adultos entretidos além das telas. Porém, ao invés de reprimir os celulares, Tom quer usá-los a seu favor, adicionando experiências digitais enquanto os visitantes aguardam na fila
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Para o futuro breve, o denominador comum é o foco em shows que podem ser apreciados por gerações distintas, mas sempre juntas
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