Quem é Leo Paixão e como ele transformou a gastronomia de Belo Horizonte

Instagram/Leo Paixão

A cena se repete sem esforço: alguém reconhece, se aproxima, pede uma foto. Em poucos minutos ao lado de Leo Paixão, fica claro que ele já não é apenas um chef. Tornou-se uma figura pública, com alcance que vai muito além da cozinha

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À frente de cinco casas em Belo Horizonte, que vão de comida ítalo-mineira a portuguesa, entre elas o premiado Glouton, Leo não só construiu um grupo sólido e influente em Minas Gerais, como teve papel decisivo em projetar a cozinha mineira para além do estado

Divulgação/CNN Viagem e Gastronomia

Seu trabalho ganhou escala nacional também na televisão. Leo foi jurado nas três edições do Mestre do Sabor, exibidas entre 2019 e 2021, na Rede Globo

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Foi também durante a pandemia que sua presença ganhou uma nova dimensão no ambiente digital. Ao compartilhar receitas nas redes sociais com linguagem acessível e direta, ampliou significativamente seu público

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O chef abriu o Glouton, seu primeiro restaurante, em 2013. Ainda no primeiro ano, a casa recebeu prêmios de revelação por publicações como Veja e Encontro

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Ao longo dos anos, vieram títulos recorrentes de melhor restaurante contemporâneo e melhor restaurante de Belo Horizonte, além de múltiplos prêmios de chef do ano e a única casa mineira a figurar em rankings internacionais

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Esse conjunto de reconhecimentos ajuda a explicar o peso de Leo na cena gastronômica. Ao mesmo tempo em que consolidava seu nome, o restaurante ajudava a projetar Belo Horizonte como um destino relevante no mapa da gastronomia

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