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A missão Artemis II representa um importante avanço para os estudos médicos, especialmente relacionados à pressão intracraniana e alterações no sistema cardiovascular humano
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Diferentemente da Estação Internacional Espacial, que fica a cerca de 500 quilômetros de altitude, a Artemis II alcançou distâncias muito maiores, expondo os astronautas a níveis diferentes de radiação solar, sem a proteção natural do campo magnético terrestre
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Um dos pontos mais importantes da missão para a medicina é o estudo dos efeitos da microgravidade no organismo. Segundo o cardiologista e gerente do Hospital Sírio-Libanês Fabio Lario, a ausência de gravidade provoca alterações significativas no sistema cardiovascular
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Como resultado, ocorre um aumento dos líquidos na região do crânio, causando inchaço e pressão no nervo óptico, com risco de perda de visão
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"A gente sabe que tem situações de doenças, por exemplo, que também aumentam a pressão intracraniana, que alteram esse nosso equilíbrio de líquidos no corpo. Então, esses aprendizados também podem ser aplicados para essas outras situações", afirmou o médico
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Outro benefício destacado é o avanço na telemedicina. Como os astronautas ficam isolados durante toda a missão, sem possibilidade de retorno imediato em caso de emergência, isso permite o desenvolvimento de soluções que podem ser replicadas para ambientes remotos no planeta
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