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Reduzir o impacto ambiental da agropecuária é assunto incontornável no campo e nas discussões sobre o futuro do setor. Nesse contexto, a chamada agricultura de baixo carbono vem se popularizando como uma estratégia para conciliar produtividade e sustentabilidade
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Entre 2010 e 2020 o Plano ABC, programa que contempla um conjunto de ações que promovem a adoção de tecnologias agropecuárias sustentáveis, atingiu 54 milhões de hectares, superando em 52% as metas do governo de 35,5 milhões de hectares para o período
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Na segunda fase do programa, as metas são alcançar 72,68 milhões de hectares entre 2020 e 2030 por meio da adoção de tecnologias como recuperação de pastagens degradadas, sistema de plantio direto, sistemas de integração, florestas plantadas, uso de bioinsumos e sistemas irrigados
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Um dos instrumentos operacionais de grande visibilidade do Plano ABC foi a linha de crédito criada especificamente para apoiar o produtor na adoção das tecnologias de agricultura de baixo carbono
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O plano ABC funciona como uma estratégia nacional que reúne metas de redução de emissões e de adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono, como recuperação de pastagens, sistemas integrados e plantio direto. Além de orientar a política agrícola, o programa também prevê incentivos financeiros
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A ideia da agricultura de baixo carbono é reunir práticas que permitam reduzir a emissão de gases de efeito estufa sem comprometer o desempenho das lavouras. Na prática, a técnica envolve um conjunto de ações e tecnologias voltadas a diminuir o impacto ambiental da produção agropecuária
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