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Antes mesmo dos quatro astronautas da Artemis II se acomodarem na cápsula Orion para o voo rumo à Lua, uma pequena parte de cada um deles já estava a bordo
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Incubados em um pequeno recipiente triangular armazenado na espaçonave pouco antes do lançamento, estavam quatro "avatares" do tamanho de um pendrive USB, que pegaram carona nesta missão histórica
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Conhecidos como chips de órgãos, esses tripulantes avatares são feitos com tecido de medula óssea derivado de células doadas por seus equivalentes em tamanho real: Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch e Jeremy Hansen
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Pesquisadores acreditam que o experimento poderá, em breve, revelar percepções sem precedentes sobre os efeitos do espaço na saúde humana
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O estudo AVATAR, ou Resposta Análoga de Tecido de Astronauta Virtual, permite essencialmente que os cientistas simulem o que acontece aos órgãos dos astronautas no espaço profundo
Helen Arase Vargas/NASA
Segundo Lisa Carnell, da Divisão de Ciências Biológicas e Físicas da Nasa, o método oferece uma visão mais detalhada de onde e quando as mudanças no corpo começam, em comparação com os exames médicos tradicionais realizados após um voo espacial
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