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O beijo, gesto de carinho comum em relações afetivas, pode ir muito além do contato físico
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Segundo o neurocientista Fernando Gomes, o ato de beijar pode desencadear reações químicas e neurais -- que influenciam humor, vínculo e até percepção do parceiro -- em um verdadeiro "combo" neurológico que ajuda a explicar por que o ato pode se tornar tão marcante
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De acordo com o especialista, regiões como o córtex somatossensorial e o córtex motor entram em ação assim que os lábios se tocam, processando as sensações e os movimentos
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Ao mesmo tempo, estruturas do sistema límbico -- responsáveis por regular emoções -- como a amígdala e o hipocampo, são responsáveis por atribuir significado emocional e conectar o momento a memórias afetivas
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Mas é no chamado “circuito de recompensa” que o beijo mostra sua força
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Áreas como o córtex orbitofrontal e o núcleo accumbens -- sistemas cruciais para processamento de recompensas -- são ativadas, gerando sensação de prazer e motivação
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“A combinação entre estímulos sensoriais intensos e a carga emocional do momento amplifica a resposta cerebral”, explica Gomes
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