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Com a crescente frota de veículos elétricos circulando pelas ruas, uma dúvida se tornou comum para consumidores: o que acontece com a bateria de carros elétricos ao fim da vida útil?
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Diferente das baterias de chumbo-ácido usadas em veículos a combustão, os sistemas que alimentam os carros elétricos possuem uma longevidade maior e uma complexidade química que exige processos específicos de reaproveitamento e reciclagem
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O encerramento da vida útil de uma bateria automotiva não é marcado por uma falha total, mas por uma perda de eficiência
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De acordo com Jeferson Santos, especialista da Escola de Engenharia do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), esse ponto é atingido quando a capacidade de armazenamento cai para uma faixa entre 70% e 80% da original
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O descarte inadequado desses componentes em aterros comuns ou terrenos baldios é um erro que traz sérios riscos químicos e biológicos
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O professor aponta que as baterias são formadas por uma mistura complexa de metais como lítio, cobalto, níquel, cádmio e chumbo, todos classificados como resíduos perigosos
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Se a estrutura física for danificada, pode haver vazamento de eletrólitos corrosivos que contaminam o solo e os lençóis freáticos
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A responsabilidade pelo destino final é dividida: as montadoras devem estruturar a logística reversa, as concessionárias atuam como pontos de coleta e o consumidor tem a obrigação de entregar a bateria usada nos locais autorizado
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