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Com a aproximação do inverno e as primeiras quedas de temperatura em diferentes regiões do país, os aquecedores portáteis voltam a entrar no radar de quem busca mais conforto térmico dentro de casa
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Sem necessidade de instalação e disponíveis em diferentes faixas de preço, os aquecedores portáteis surgem como alternativa para quem não pretende investir em sistemas de climatização com função quente e frio
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No mercado brasileiro, há modelos a partir de R$ 100, enquanto versões mais robustas podem ultrapassar R$ 1.000. As diferenças entre eles passam principalmente pelo tipo de funcionamento, potência e indicação de uso
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O tamanho do ambiente é um dos primeiros critérios. Como referência, costuma-se considerar cerca de 100 watts por metro quadrado. Em quartos pequenos, de até 7 m², aparelhos de até 750 W costumam atender bem. Já em espaços maiores, acima de 15 m², pode ser necessário recorrer a modelos mais potentes
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A presença de termostato automático, temporizador e modo econômico também pode ajudar a reduzir o consumo de energia. Esses recursos permitem que o aparelho desligue ou reduza a potência quando a temperatura desejada é alcançada
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O termoventilador é o modelo mais popular e geralmente o mais acessível. Funciona por meio de uma resistência elétrica e de uma ventoinha que distribui o ar quente pelo ambiente
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Já o halógeno aquece de forma quase imediata e funciona melhor para quem busca calor localizado. É silencioso, mas tem alcance limitado, o que o torna mais indicado para ambientes pequenos. Como emite luz durante o funcionamento, pode incomodar em quartos à noite
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O uso do aquecedor durante a noite pede atenção. Em ambientes fechados, o funcionamento contínuo pode elevar excessivamente a temperatura e deixar o ar abafado, o que pode causar desconforto, sensação de mal-estar e, em alguns casos, tontura ou queda de pressão
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Uma prática comum é ligar o aparelho cerca de 30 minutos antes de dormir para aquecer o ambiente e desligá-lo ao deitar. Outro ponto importante é nunca cobrir o aquecedor com roupas, toalhas ou outros tecidos, já que isso aumenta o risco de superaquecimento
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