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A neuroarquitetura surge da forma como o cérebro reage aos estímulos dos ambientes, explicando por que alguns espaços transmitem acolhimento e outros provocam agitação
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Longe de ser apenas uma tendência de decoração para criar os famosos espaços instagramáveis, essa disciplina investiga a fundo como as construções impactam na biologia
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"Ela estuda como os ambientes influenciam nossas emoções, comportamentos, saúde e bem-estar", define a arquiteta Grace Santiago, especialista no tema, à CNN Brasil
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Segundo ela, o objetivo principal vai muito além da estética: "Busca criar ambientes que promovam qualidade de vida, equilíbrio emocional e experiências positivas para quem os utiliza"
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Na prática, o cérebro funciona como um radar. "A iluminação, as cores, os sons, os aromas, as texturas, a altura do pé-direito e até a disposição dos móveis influenciam diretamente nossas emoções", explica Grace
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Enquanto um espaço excessivamente carregado pode se tornar um gatilho para o estresse e a ansiedade, um planejamento assertivo é capaz de transmitir segurança e acolhimento
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