Como escolher uma cadeira ergonômica? Especialista explica os principais pontos

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A cadeira ergonômica - ou de trabalho - costuma ficar em segundo plano na hora de montar um home office ou equipar o escritório. Na prática, porém, é um dos itens que mais impactam a rotina: além de sustentar o corpo por horas seguidas, influencia diretamente a postura, a saúde da coluna e até a produtividade

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Os efeitos de uma escolha inadequada nem sempre aparecem de imediato. Em muitos casos, o desconforto surge aos poucos, com dores lombares, tensão no pescoço e nos ombros e incômodos que passam a fazer parte da rotina

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“Uma cadeira ergonômica precisa se adaptar ao corpo da pessoa, e não o contrário. O mais importante é que ela tenha regulagens que permitam manter uma postura confortável ao longo do dia”, afirma Pedro Ribeiro, ortopedista e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)

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A seguir, reunimos os principais pontos que merecem atenção na hora da escolha, segundo o especialista

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Mais do que estética ou preço, uma cadeira ergonômica eficiente deve acompanhar as necessidades de quem vai usá-la. Recursos como ajuste de altura, inclinação do encosto e apoios para os braços ajudam a garantir mais conforto

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Alguns sinais ajudam a indicar se a postura está correta: os pés precisam ficar apoiados no chão, enquanto joelhos e quadris devem permanecer alinhados. “Esses detalhes ajudam a reduzir a sobrecarga muscular e os desconfortos durante jornadas longas de trabalho”, explica Ribeiro

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Já no assento, materiais como espumas de maior densidade e revestimentos respiráveis tendem a trazer mais conforto. Em contrapartida, modelos muito rígidos ou com pouco acolchoamento podem aumentar a pressão sobre quadril e coxas

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Modelos mais caros costumam ter mais possibilidades de ajuste e materiais mais duráveis, o que pode fazer diferença para quem passa muitas horas sentado. Ainda assim, valor elevado não é garantia de que aquele será o melhor modelo

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Alguns sinais indicam quando vale investir em um modelo mais completo: ficar sentado mais de seis horas por dia, ter histórico de dores lombares ou cervicais ou usar uma cadeira sem ajustes básicos. Quando o modelo não permite a regulagem, dificilmente vai oferecer um suporte adequado

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