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Uma onda de publicações nas redes sociais passou a negar a existência do orgasmo feminino, tratando o prazer das mulheres como um mito
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A ciência contesta essa tese e documenta o fenômeno por meio de contrações musculares, alterações cardíacas e ativação de circuitos cerebrais de recompensa
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O ápice do prazer envolve uma resposta coordenada entre o sistema nervoso, hormônios, músculos e o estado emocional
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Historicamente, o prazer das mulheres foi negligenciado por tabus sociais, o que ainda hoje gera impactos negativos na autonomia e no desejo sexual
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Discursos negacionistas também ganham força devido à insegurança masculina sobre desempenho e pela dinâmica de algoritmos que priorizam polêmicas
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Para superar esses mitos e reduzir culpas, especialistas defendem o investimento em educação sexual baseada em evidências científicas
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