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O JNIM foi criado em 2 de março de 2017, segundo um anúncio do líder do grupo, Iyad Ag Ghali, em discurso transmitido pela agência Al Zalaqa. Ghali é considerado terrorista pelos EUA desde 2013
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Ele foi formado com a fusão dos grupos Ansar al-Din, al-Murabitun, Frente de Libertação de Macina e o subgrupo "Emirado do Saara" da al-Qaeda no Magrebe Islâmico, segundo o Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA
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O JNIM busca estabelecer um Estado islâmico salafista na África Ocidental e expulsar influências ocidentais da região, ainda de acordo com o governo americano. O grupo se descreve como o braço oficial da Al-Qaeda no Mali
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Ele atua principalmente no Mali e em Burkina Faso, mas também opera em partes do Níger, da Nigéria e da costa da África Ocidental
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O JNIM possui ao menos 6.000 integrantes e sua estratégia consiste em expandir sua presença por toda a África Ocidental
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O financiamento do Jama’at Nusrat al-Islam wal-Muslimin provém de resgates de reféns, cobrança de taxas de populações da região, contrabando de armas e extorsão de traficantes de pessoas e de drogas, de acordo com o Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA
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O JNIM foi o segundo grupo terrorista mais letal do mundo em 2025, sendo responsável por mais de 1.270 mortes em quatro países, segundo o Instituto para Economia e Paz
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