Como é o porta-aviões USS Abraham Lincoln onde marinheiros vivem crise

U.S. Navy

O Pentágono decidiu mudar o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln, que atua na guerra do Oriente Médio, informou uma autoridade dos Estados Unidos à CNN. Ele deve ser substituído pelo USS George Washington

U.S. Pacific Fleet/Naval Air Force

Relatos sobre cansaço, desânimo e problemas de saúde mental entre os marinheiros a bordo da embarcação levantaram questionamentos do Congresso e de familiares. Legisladores democratas exigiram respostas do Pentágono sobre as preocupações quanto ao bem-estar da tripulação

MC2 Danielle A. Baker/U.S Navy

Comissionado em 1989, o Lincoln é o quinto dos dez porta-aviões da classe Nimitz da Marinha dos EUA

Canadian Armed Forces Cpl. Djalma Vuong-De Ramos/U.S Navy

Com quase 335 metros de comprimento e deslocando mais de 100 mil toneladas, os porta-aviões da classe Nimitz estão entre os maiores navios de guerra do mundo, superados apenas pelos porta-aviões da classe Ford da Marinha dos EUA

Navy Seaman Zachary Pearson/U.S Department of War

O Lincoln possui dois reatores nucleares, que alimentam quatro turbinas a vapor que acionam quatro eixos de hélices. Eles lhe conferem uma velocidade máxima de cerca de 56 km/h

U.S. Navy/Mass Communication Specialist 3nd Class Juan A. Cubano

A bordo do porta-aviões estão mais de cinco mil marinheiros e tripulantes para suas 90 aeronaves, que incluem caças F-35 e F/A-18, jatos de guerra eletrônica EA-18G, aeronaves de alerta aéreo antecipado e comando e controle E-2D e aeronaves de transporte e logística CMV-22

Seaman Joey Sitter/U.S Navy

Os jatos são lançados usando quatro catapultas a vapor, que podem acelerar os aviões de 0 a 290 km/h em três segundos, ao longo do convés de voo. O navio produz sua própria água doce, com quatro unidades de destilação produzindo 1.514.000 litros por dia a partir da água do mar

U.S Navy

O porta-aviões está em missão há mais de 250 dias, após ter sido redirecionado para o Oriente Médio para apoiar as operações dos EUA na guerra contra o Irã. Ele não atraca em nenhum porto há mais de 200 dias

Seaman Apprentice Joseph Sitter/U.S Navy