Dolly Parton: relembre a história da rainha da música country que morreu

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Dolly Parton, que começou em origens humildes para alcançar o topo da música americana e se tornar uma das estrelas mais filantrópicas, unificadoras e amadas do país, morreu nesta terça-feira (25) em sua casa em Nashville, segundo um comunicado da família, aos 80 anos

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Em uma carreira que se estendeu por mais de meio século, Parton capturou a experiência americana ao compor mais de 3.000 músicas. Entre elas estava “Coat of Many Colors”, uma ode íntima à sua mãe, que costurava roupas na casa rural da família no Tennessee

Ela escreveu e interpretou canções sobre amor e desilusões amorosas, como “Jolene” e “I Will Always Love You”. Já “9 to 5”, a música-tema do filme de mesmo nome, no qual Parton também estrelou, tornou-se um hino para as mulheres e trabalhadores americanos

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Parton lançou 49 álbuns, ganhou 11 prêmios Grammy e se tornou uma das artistas de maior sucesso a fazer a transição da música country para o pop, emplacando sucessos constantes nas paradas, incluindo “Islands in the Stream”, um dueto com Kenny Rogers

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Mais tarde na vida, ela canalizou seu enorme sucesso para a filantropia, fundando um programa de incentivo à leitura que já doou mais de 300 milhões de livros para crianças ao redor do mundo

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Mas Parton era, antes de tudo, uma compositora. Ela gostava de contar a história de como uma de suas maiores canções, “I Will Always Love You”, veio ao mundo

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Uma balada romântica que atingiu patamares ainda maiores ao ser regravada por Whitney Houston nos anos 1990, a música começou como um apelo ao seu parceiro de palco, Porter Wagoner, para que a deixasse seguir em frente e sair do programa de TV que apresentavam juntos

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Ao tentar convencê-lo de que queria seguir carreira solo, Wagoner, segundo o relato dela, “não estava ouvindo nada” do que ela dizia. Wagoner cedeu, e Parton, com uma canção que capturava a dor de um coração partido, embarcou em uma carreira solo quase incomparável na história da música americana

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