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O Conselho Nacional de Educação aprovou em 1º de setembro diretrizes nacionais para orientar o uso de inteligência artificial nas escolas e universidades brasileiras
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As regras classificam as aplicações de IA em quatro níveis de risco e definem quais atividades podem ser delegadas à tecnologia
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A IA não poderá corrigir, avaliar ou dar notas a redações e questões dissertativas, e crianças até o 5º ano não poderão usar essas ferramentas sozinhas
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Especialistas destacam que o impacto da tecnologia depende da forma como ela é utilizada, além de fatores como infraestrutura, formação de professores e suporte técnico
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O risco é que escolas com menos recursos apenas adotem soluções prontas e acabem ampliando desigualdades educacionais já existentes
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As diretrizes também defendem que os alunos aprendam a verificar informações, identificar vieses e limites da IA e desenvolver seu próprio julgamento
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