Armas dos EUA em órbita: como funcionam ataques espaciais

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O secretário da Força Aérea dos EUA confirmou que o país implantou armas no espaço para defender as forças americanas

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Embora o Pentágono não tenha divulgado as especificações das armas criadas, as armas de contraespaço (ASAT) já conhecidas podem esclarecer o funcionamento desse tipo de tecnologia

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As ASATs já conhecidas são divididas em quatro categorias: físicas cinéticas, físicas não cinéticas, eletrônicas e cibernéticas

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Ataques físicos cinéticos buscam destruir fisicamente satélites ou estruturas, por meio de mísseis, interceptadores em órbita ou ataques a estações terrestres

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Armas físicas não cinéticas incluem lasers, micro-ondas de alta potência e pulsos eletromagnéticos nucleares, capazes de danificar satélites sem contato mecânico direto

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Ataques eletrônicos interferem na transmissão e no recebimento de dados por radiofrequência, enquanto os cibernéticos têm como alvo os próprios dados e sistemas

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