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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, assinou um acordo sobre a Groenlândia após meses de ameaças ao território e aliados europeus
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Especialistas afirmam que o entendimento altera parcialmente um tratado de 1951, mantendo países de fora da Otan afastados e permitindo um pequeno aumento das tropas americanas
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Trump havia ameaçado tomar a Groenlândia à força caso não chegasse a um acordo de seu agrado, em um momento em que nações europeias enviavam tropas para o território e as tensões com países como a Rússia aumentavam
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O acordo entre EUA, Dinamarca e Groenlândia funciona como um complemento ao tratado de defesa de 70 anos que autorizou o país a manter tropas na Groenlândia como parte da estratégia de defesa da Otan
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As principais mudanças incluem barrar forças de países de fora da Otan, construir duas bases americanas e garantir acesso militar dos EUA caso a Groenlândia se torne independente da Dinamarca
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Trump apresentou o acordo como uma forma de garantir "controle permanente sobre a segurança" do território, depois de ter afirmado anteriormente que os EUA precisavam de controle sobre o país para assegurar sua própria segurança
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