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Um estudo nas águas de cinco rios da capital e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro detectou a presença de cocaína nas águas
Reprodução/Josué Damacena/Fiocruz
O resultado foi divulgado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Friocruz) e faz uma alerta para a saúde ambiental do estado, já que a substância têm efeitos tóxicos para os organismos aquáticos
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As análises reunidas em mais de 60 amostras, realizadas durante um ano, indicam que os níveis de contaminação superam os encontrados em estudos semelhantes na Bélgica, Espanha e Estados Unidos
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Durante o levantamento, a benzoilecgonina, principal derivada da droga e substância que é excretada na urina após a metabolização no organismo dos usuários, também foi encontrada e superou a própria concentração da cocaína nos rios
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A investigação incluiu os rios Irajá e Carioca e os canais do Cunha e do Mangue, na capital, e o Rio Meriti, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense
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Durante a investigação, cientistas realizaram coletas mensais de água nos cinco rios durante 2022 a 2023
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