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A bioeconomia brasileira entra em 2026 com uma agenda estratégica centrada em regulação, inovação e atração de investimentos
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A agropecuária está no cerne desta evolução, que ainda carece de velocidade para que investimentos públicos e privados não se percam no tempo. É o que defende Deia Vilela, nova presidente da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI)
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Ao CNN Agro, a executiva afirma que a prioridade do setor é ampliar a influência técnica junto ao governo para acelerar aprovações e consolidar o Brasil como polo de produção — e não apenas de consumo — de biotecnologia
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No universo agro, os biocombustíveis denotam o potencial do Brasil como fornecedor, principalmente por causa do avanço do etanol de milho e da diversificação de matérias-primas, como soja
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Entre os principais pontos da agenda está a defesa de maior agilidade regulatória. Para Vilela, o Brasil possui estrutura técnica robusta, mas precisa acelerar processos para não comprometer a competitividade
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No agronegócio, a executiva destaca o avanço da industrialização no interior do país como caso emblemático de economia circular. Usinas de etanol de milho que aproveitam integralmente a matéria-prima são apontadas como exemplo de eficiência logística e produtiva
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