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O aumento de eventos climáticos extremos tornou o risco uma variável permanente na agricultura brasileira, exigindo decisões cada vez mais técnicas dos produtores
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Para lidar com essa incerteza, o setor passou a combinar monitoramento climático, crédito rural, seguro agrícola e planejamento estatístico
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No centro desse sistema está o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que define janelas de plantio com menor probabilidade de perdas e orienta o acesso a crédito e programas de proteção
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O risco hídrico — excesso ou falta de chuva — responde por mais de 70% dos prejuízos no campo e é hoje o principal foco do mercado segurador
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Estudos indicam que regiões como Nordeste, Centro-Oeste e Sul estão entre as mais vulneráveis às mudanças climáticas, com possibilidade de deslocamento de culturas e perdas econômicas relevantes
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Diante desse cenário, a estratégia do agro é aumentar a resiliência das lavouras com manejo de solo, tecnologia e seguros adaptados à realidade produtiva
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