Em meio à restrição global de fertilizantes, China prioriza mercado interno

Divulgação

Wirestock/Freepik

A China já vinha dando sinais de que poderia apertar o cerco nas exportações de fertilizantes para priorizar o abastecimento interno. Agora, novos movimentos indicam que essa tendência pode estar se consolidando

REUTERS/Adriano Machado

Em 2025, a China ultrapassou a Rússia e assumiu a posição de principal fornecedora de fertilizantes para o país — um movimento puxado, sobretudo, pela oferta de produtos menos concentrados, que ganharam espaço na última safra agrícola brasileira

REUTERS/Diego Vara

Pequim tem sinalizado que pode suspender até agosto de 2026 suas exportações de fosfatados para conter preços locais. Hoje, 28% dos fosfatados importados pelo Brasil vêm da China

Claudio Neves

O Brasil teria que buscar outras fontes de fosfatados tradicionais para compensar a ausência chinesa, como Rússia e Marrocos. E aí, potencialmente, com um preço muito mais elevado

A volatilidade também se estende a outros segmentos do setor de fertilizantes. Como os fertilizantes nitrogenados dependem de derivados de petróleo e gás natural, a elevação desses insumos tem impacto direto nos preços

Canva/Creative Commons

No caso do potássio, a região de Israel responde por cerca de 5% da produção global. Houve aumento no frete, impulsionado pela alta do petróleo, além de elevação nos custos de seguro em rotas próximas a áreas de conflito

REUTERS/Adriano Machado

O Oriente Médio, importante fornecedor de ureia utilizada na produção de fertilizantes nitrogenados, também permanece no radar do mercado. A região concentra mais de 40% das exportações globais do produto

REUTERS/David Machado

Pixabay

leia mais em